Se for cumprida a intenção da presidente eleita, Dilma Rousseff, o PMDB só ficará mesmo com quatro ministérios. Wagner Rossi deve permanecer na pasta da Agricultura, enquanto Edison Lobão volta para Minas e Energia. Sobrariam Turismo e Previdência. Este último pode ser ocupado pelo ex-governador do Rio de Janeiro, Wellington Moreira Franco, que é ligado ao vice-presidente eleito Michel Temer.
O atual governador fluminense, Sérgio Cabral, tenta emplacar, por fora, Sérgio Cortes para o Ministério da Saúde. Diante do número compactado de pastas peemedebistas, é praticamente certo que o senador Garibaldi Filho não assumirá o Ministério de Portos.
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