Em entrevista ao Nominuto, o vice-governador eleito fala sobre política, secretariado e os novos desafios como gestor no Governo do Estado.
Eleito o deputado estadual mais votado nas últimas eleições que disputou, Robinson Faria (PMN) tem agora a missão de transmitir o aprendizado de 24 anos no Legislativo para o Executivo, como vice-governador do Rio Grande do Norte. Ele exercerá o cargo ao lado de Rosalba Ciarlini (DEM), a partir de janeiro de 2011.
Com o mesmo tom com que entrou na Assembleia Legislativa e conquistou a confiança dos deputados estaduais que o reempossaram como presidente da Casa, Robinson espera conquistar espaços no Governo do Estado e “articular” com prefeitos e com lideranças para tocar bons projetos para o Estado.
Em entrevista ao Nominuto, Robinson comentou sua atuação no legislativo, os planos no executivo e eleições 2012 para o seu partido, o PMN no território potiguar.
Confira a entrevista na íntegra.

Nominuto – Depois de 24 anos no Legislativo, o senhor assume agora uma cadeira no executivo como vice-governador. Como vê esta nova fase saindo da elaboração de leis para a execução delas? Muda muita coisa enquanto gestor?
Robinson Faria – Eu acho que muda sim: é um contexto novo. No legislativo, eu fui 24 anos deputado e presidente da Assembleia durante oito anos. Cheguei aqui muito novo, com vinte e quatro anos de idade e agora vou estar fazendo parte do Executivo. Então é uma experiência nova que eu espero que seja promissora para a minha carreira política e vou procurar a experiência que eu adquiri como parlamentar e presidente da casa – que não deixa de ser um executivo – e essa experiência somada, eu espero dar uma contribuição na minha participação no executivo.
Nominuto – O senhor já se sente preparado para assumir o Governo do Estado nos momentos em que a governadora Rosalba Ciarlini tenha que se ausentar?
Robinson Faria – Eu me sinto preparado sem quere ser autosuficiente, nem pretencioso, mas eu me preparei porque eu vislumbrei nos últimos quatros ser candidato a governador. E nestes quatros anos eu estudei muito de forma silenciosa, eu aproveitei viagens de trabalho da Assembleia nos encontro de presidentes [da Assembleia Legislativa] em Minas Gerias, Paraná, Pernambuco, Ceará e eu aproveitava estes encontros para estudar temas de interesse da população como segurança, geração de empregos, saúde, Parceria Público Privada [PPP], política tributária, fiscal e muitas dessas idéias eu pretendo passar e que sirvam para o governo de Rosalba. Por exemplo, o “Ronda do Quarteirão” será aproveitado no governo dela e foi uma proposta minha que na época da campanha, ela mandou uma equipe no Ceará e assumiu um compromisso no Guia Eleitoral dela de quando assumir, irá implantar na Zona Norte. Essa foi uma ideia minha que o projeto deu certo e reduziu os números de violência.

Então, eu estudei muito. Eu passei quatro anos estudando, além do que eu aprendi aqui porque quem preside a Assembleia está preparado para exercer qualquer cargo, seja ele governador, prefeito de Natal, senador porque aqui, quem é presidente da Assembleia com vinte e quatro deputados independentes, a imprensa que diariamente está aqui fiscalizando você, a sociedade lá fora esperando resultado, segmentos de toda natureza vem aqui para cá cobrar resultados, então você é um intérprete permanente de dentro e de fora da Assembleia.
Nominuto – O senhor estava falando dos projetos “Ronda do Quarteirão” e todo mundo lembra da luta do senhor em relação ao “Cidadão sem Fome”. Como pretende colocar o projeto em destaque nesta gestão?

Robinson Faria – Esse é o melhor projeto social do Estado. Eu quero agradecer a governadora Wilma de Faria que iniciou o projeto, plantou a semente e agora, a senadora Rosalba Ciarlini conhece o projeto e acho isso muito bom porque ela tem uma essencia muito forte na área social, como também na parte cultural, de geração de emprego são as armas que ela tem e como médica, ela já tem uma experiência peculiar da sua profissão. Mas na parte social, ela tem esse perfil: eu sendo o vice-governador dela, autor do Cidadão sem Fome, então eu espero que seja fortalecido nesta gestão.
Nominuto - Vamos falar um pouco de secretariado. O senhor vai indicar algum nome, vai assumir alguma secretaria, como estão os diálogos?
Robinson Faria – Estamos discutindo. Eu ainda não tive uma conversa com Rosalba sobre isso. Tivemos encontros rápidos, depois das eleições eu adoeci passei duas semanas em São Paulo e ela estava na Alemanha também. Quando eu retornei, ela foi para Brasília para cumprir compromissos e até hoje eu não conversei com Rosalba sobre formação ou sugestão de nomes para a equipe de governo. Portanto hoje eu não tenho nada definido: nada, nada, não sei como vai ser. Eu não estou tentando disfarçar, não sei mesmo nem sobre Robinson, nem sobre outros nomes.

Nominuto – O senhor como presidente da Assembleia é um grande articulador e agora, como vice-governador essa demanda será ainda maior no Governo junto aos prefeitos do Rio Grande do Norte. Como o senhor pretende atuar neste papel político e administrativo?
Robinson Faria – O meu papel de vice-governador é um papel de ser um auxiliar no que puder a governadora Rosalba Ciarlini porque o sucesso que vem de Rosalba é o meu sucesso. É um corpo só -o governador e o vice-governador é um corpo - só sucesso e no insucesso. Então eu tenho que trabalhar para que o governo dela seja de sucesso porque a minha carreira política dependerá do sucesso do governo que vamos iniciar.

Nominuto – Saímos de uma eleição este ano e o cenário político já começa a ser modificado em relação às alianças e as perspectivas para a campanha de 2012 para Prefeituras e Câmaras municipais em todo o Estado. O senhor já está pensando neste cenário em relação ao PMN? O partido terá candidatura própria ou vai formalizar alianças?
Robinson Faria – Eu acho que ainda é muito cedo para falar sobre candidaturas para 2012 e para 2014. O importante agora é fazer uma reciclagem município a município do PMN para identificar qual foi o papel do PMN nas eleições 2010 - eu sei que foi muito bom, mas vamos fortalecer mais – e tem muitas pessoas que se identificam comigo e querem ingressar no PMN e agora, vamos fazer um trabalho em todo o Rio Grande do Norte para dar mais capilaridade ao PMN no Estado. Até porque eu não acredito que acontecerá uma reforma política que permita uma nova eleição partidária.
E eu posso dizer a você – como toda honestidade - que o PMN é um partido vem me dando sorte, aApesar de ser um partido nacionalmente pequenininho em relação aos outros, minúsculo, mas no Rio Grande do Norte o partido vem me dando sorte, vem sendo abençoado – acho que é o número 33 que é a idade de Cristo – como eu sou muito superticioso, eu acredito nisso.
Siga o portal no Twitter: @Nominuto
Com o mesmo tom com que entrou na Assembleia Legislativa e conquistou a confiança dos deputados estaduais que o reempossaram como presidente da Casa, Robinson espera conquistar espaços no Governo do Estado e “articular” com prefeitos e com lideranças para tocar bons projetos para o Estado.
Em entrevista ao Nominuto, Robinson comentou sua atuação no legislativo, os planos no executivo e eleições 2012 para o seu partido, o PMN no território potiguar.
Confira a entrevista na íntegra.
Foto: Elpídio Júnior

Nominuto – Depois de 24 anos no Legislativo, o senhor assume agora uma cadeira no executivo como vice-governador. Como vê esta nova fase saindo da elaboração de leis para a execução delas? Muda muita coisa enquanto gestor?
Robinson Faria – Eu acho que muda sim: é um contexto novo. No legislativo, eu fui 24 anos deputado e presidente da Assembleia durante oito anos. Cheguei aqui muito novo, com vinte e quatro anos de idade e agora vou estar fazendo parte do Executivo. Então é uma experiência nova que eu espero que seja promissora para a minha carreira política e vou procurar a experiência que eu adquiri como parlamentar e presidente da casa – que não deixa de ser um executivo – e essa experiência somada, eu espero dar uma contribuição na minha participação no executivo.
Nominuto – O senhor já se sente preparado para assumir o Governo do Estado nos momentos em que a governadora Rosalba Ciarlini tenha que se ausentar?
Robinson Faria – Eu me sinto preparado sem quere ser autosuficiente, nem pretencioso, mas eu me preparei porque eu vislumbrei nos últimos quatros ser candidato a governador. E nestes quatros anos eu estudei muito de forma silenciosa, eu aproveitei viagens de trabalho da Assembleia nos encontro de presidentes [da Assembleia Legislativa] em Minas Gerias, Paraná, Pernambuco, Ceará e eu aproveitava estes encontros para estudar temas de interesse da população como segurança, geração de empregos, saúde, Parceria Público Privada [PPP], política tributária, fiscal e muitas dessas idéias eu pretendo passar e que sirvam para o governo de Rosalba. Por exemplo, o “Ronda do Quarteirão” será aproveitado no governo dela e foi uma proposta minha que na época da campanha, ela mandou uma equipe no Ceará e assumiu um compromisso no Guia Eleitoral dela de quando assumir, irá implantar na Zona Norte. Essa foi uma ideia minha que o projeto deu certo e reduziu os números de violência.
Foto: Elpídio Júnior

Então, eu estudei muito. Eu passei quatro anos estudando, além do que eu aprendi aqui porque quem preside a Assembleia está preparado para exercer qualquer cargo, seja ele governador, prefeito de Natal, senador porque aqui, quem é presidente da Assembleia com vinte e quatro deputados independentes, a imprensa que diariamente está aqui fiscalizando você, a sociedade lá fora esperando resultado, segmentos de toda natureza vem aqui para cá cobrar resultados, então você é um intérprete permanente de dentro e de fora da Assembleia.
Nominuto – O senhor estava falando dos projetos “Ronda do Quarteirão” e todo mundo lembra da luta do senhor em relação ao “Cidadão sem Fome”. Como pretende colocar o projeto em destaque nesta gestão?
Foto: Elpídio Júnior

Robinson Faria – Esse é o melhor projeto social do Estado. Eu quero agradecer a governadora Wilma de Faria que iniciou o projeto, plantou a semente e agora, a senadora Rosalba Ciarlini conhece o projeto e acho isso muito bom porque ela tem uma essencia muito forte na área social, como também na parte cultural, de geração de emprego são as armas que ela tem e como médica, ela já tem uma experiência peculiar da sua profissão. Mas na parte social, ela tem esse perfil: eu sendo o vice-governador dela, autor do Cidadão sem Fome, então eu espero que seja fortalecido nesta gestão.
Nominuto - Vamos falar um pouco de secretariado. O senhor vai indicar algum nome, vai assumir alguma secretaria, como estão os diálogos?
Robinson Faria – Estamos discutindo. Eu ainda não tive uma conversa com Rosalba sobre isso. Tivemos encontros rápidos, depois das eleições eu adoeci passei duas semanas em São Paulo e ela estava na Alemanha também. Quando eu retornei, ela foi para Brasília para cumprir compromissos e até hoje eu não conversei com Rosalba sobre formação ou sugestão de nomes para a equipe de governo. Portanto hoje eu não tenho nada definido: nada, nada, não sei como vai ser. Eu não estou tentando disfarçar, não sei mesmo nem sobre Robinson, nem sobre outros nomes.
Foto: Elpídio Júnior

Nominuto – O senhor como presidente da Assembleia é um grande articulador e agora, como vice-governador essa demanda será ainda maior no Governo junto aos prefeitos do Rio Grande do Norte. Como o senhor pretende atuar neste papel político e administrativo?
Robinson Faria – O meu papel de vice-governador é um papel de ser um auxiliar no que puder a governadora Rosalba Ciarlini porque o sucesso que vem de Rosalba é o meu sucesso. É um corpo só -o governador e o vice-governador é um corpo - só sucesso e no insucesso. Então eu tenho que trabalhar para que o governo dela seja de sucesso porque a minha carreira política dependerá do sucesso do governo que vamos iniciar.
Foto: Elpídio Júnior

Nominuto – Saímos de uma eleição este ano e o cenário político já começa a ser modificado em relação às alianças e as perspectivas para a campanha de 2012 para Prefeituras e Câmaras municipais em todo o Estado. O senhor já está pensando neste cenário em relação ao PMN? O partido terá candidatura própria ou vai formalizar alianças?
Robinson Faria – Eu acho que ainda é muito cedo para falar sobre candidaturas para 2012 e para 2014. O importante agora é fazer uma reciclagem município a município do PMN para identificar qual foi o papel do PMN nas eleições 2010 - eu sei que foi muito bom, mas vamos fortalecer mais – e tem muitas pessoas que se identificam comigo e querem ingressar no PMN e agora, vamos fazer um trabalho em todo o Rio Grande do Norte para dar mais capilaridade ao PMN no Estado. Até porque eu não acredito que acontecerá uma reforma política que permita uma nova eleição partidária.
E eu posso dizer a você – como toda honestidade - que o PMN é um partido vem me dando sorte, aApesar de ser um partido nacionalmente pequenininho em relação aos outros, minúsculo, mas no Rio Grande do Norte o partido vem me dando sorte, vem sendo abençoado – acho que é o número 33 que é a idade de Cristo – como eu sou muito superticioso, eu acredito nisso.
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