domingo, 18 de setembro de 2011

Rio Grande do Norte e do Crime



Enviado  por Ailton Medeiros

gang potiguar

Há anos venho escrevendo que o Rio Grande do Norte é um caso de polícia. Basta ler os jornais da capital potiguar.

O crime invadiu todos os segmentos da sociedade a ponto de tornar quase impossível identificar quem é mocinho e quem é bandido. E ai daquele que desafiar o coro dos contentes!

Para seu governo, o último que tentou, o advogado Anderson Miguel, acabou executado dentro do próprio escritório. A polícia não viu, não sabe, não comenta!

Esse clima de faroeste caboclo é decorrente dos 40 anos de Alves e Maia no comando político do Estado. E pelo andar da carruagem, teremos mais 40.

Os donatários da capitania de Cascudo – o ministro Garibaldi Alves, o senador José Agripino Maia e o deputado e líder do PMDB, Henrique Alves – não vão largar o osso tão cedo. Eles acabam de fatiar o Estado até as eleições de 2014.

Lá é assim: quem não é Alves ou Maia não é nada. E a festa continua.

Acabo de ler no site da “Tribuna do Norte” que a Polícia Federal e o Ministério Público Estadual realizam desde as primeiras horas desta quarta-feira uma operação para dar cumprimento a mandados de busca e apreensão em Natal. A operação, batizada Hefesto, investiga a existência de um cartel no mercado de combustíveis.

O jornal informa ainda que agentes federais invadiram o escritório do vereador Enildo Alves em busca de documentos.

O Rio Grande do Norte, dos Alves e dos Maia é mesmo um caso de polícia.

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