Andressa Anholete, Brasíl 247
Membro de uma das mais respeitadas corporações brasileiras, a Polícia
Federal, Marcus Wink teme o futuro da instituição. Ele é o presidente da
Federação Nacional dos Policiais Federais e está na corporação há 34 anos. Na
quarta-feira 25, durante manifestação organizada pela Fenapef, em Brasília, 400
integrantes da categoria realizou o enterro simbólico do diretor-geral da PF,
Leandro Daiello Coimbra.
"Em todos estes anos na corporação, esta é a maior crise de relacionamentos
que já vi na PF", afirma Wink. Ao Brasília 247, o sindicalista explica que a
principal disputa está entre os delegados e agentes. "Os delegados assumiram
todos os postos que eram, a princípio, de agente. Até em operações especiais,
que pedem uma experiência prática que a maioria não tem", detalha Marcus.
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