Esperidião Amin age como qualquer político, só fala com o povo durante a eleição. A diferença é que o deputado de Santa Catarina sequer está preocupado em esconder isso de seus eleitores.
Amin caminhava pelo plenário da Câmara, batendo papo com um sujeito, quando ouviu um cidadão comum chamá-lo. Não deu a menor bola.
Eis que o rapaz, corajoso, manda:
- É assim, né, deputado? Quando é para pedir voto, para e ouve.
Provavelmente reconhecendo o forte sotaque catarinense, Amin respondeu, curto e grosso, antes de dar sequência ao bate-papo:
- É verdade.

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