Quem olhou o currículo de todos os advogados que se candidataram a uma das cadeiras da OAB no CNJ se espantou com o do paulista Wilson Gurzoni.
Nem tanto por sua formação acadêmica ou por seus cursos complementares de Direito Internacional, mas pelo fato de ele ter sido o único a colocar uma pretensão salarial no documento.
Gurzoni pleiteava um salário de 1 860 reais caso fosse escolhido para o órgão máximo de administração do Judiciário.
Mal sabe ele que, fosse escolhido conselheiro, no lugar de Gisela Gondin ou de Paulo Teixeira (Leia mais em Escolha para o CNJ e CNMP) ganharia 26.656,32 por mês.

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