Secretário adjunto de Trânsito esclarece mudanças no trânsito da capital potiguar e vê motoristas como "imprudentes"
Por Virgínia França - Portal no Ar
Trânsito complicado em Natal já virou rotina. Atrelado a isso, vemos grandes rotatórias surgirem e retornos serem fechados repentinamente nas movimentadas vias de tráfego da capital. O portalnoar.com foi buscar saber os motivos dessas mudanças nas vias da capital.
O secretário adjunto de Trânsito da Semob, Walter Pedro, afirma que “trânsito é bom senso”. “Nas rotatórias a preferência é de quem está girando”, disse. Ele que explica que além de diminuir a velocidade, há o afunilamento das vias quando está próximo ao cruzamento com rotatórias, para que só caiba um carro no espaço, passando um veículo de cada vez.
O diâmetro das rotatórias é determinado pelo fluxo de carros no local, adaptando-as. A rotatória só é colocada se no local tiver um movimento de três mil carros por hora.
Walter Pedro fala que só a sinalização não adianta e que deve haver fiscalização. Atualmente, 85 agentes trabalham, mas não é possível colocar mais agentes nas ruas. A Semob fará um mapeamento nas áreas mais criticas para haver fiscalizações e autuações.
Apesar do conhecimento nas leis de trânsito, de acordo com o secretário, os motoristas potiguares são “imprudentes”. “Eles não aceitam a notificação. Já houve casos que agentes de trânsito sofreram violência física”, relata o secretário sobre a falta de consciência dos motoristas.
O secretário adjunto fala que o Departamento de Educação de Trânsito irá elaborar um projeto para esclarecer os motoristas, para tentar diminuir os números de infrações.
Retorno
Os retornos fechados causam uma grande dor de cabeça aos natalenses. Porém, os retornos aumentam a fluidez do trânsito, afirma Walter Pedro. “Retirar retorno e estacionamento em canteiros são maneiras descongestionar o trânsito”, conta o secretário que manterá essa mudança.
O secretário adjunto admite que houve pouca divulgação sobre os retornos fechados. “Iremos divulgar mais sobre as mudanças, e também colocar sinalização vertical de onde seria o próximo retorno”, avisa.
O adjunto do Trânsito na Semob fala que as mudanças podem encarecer, mas a população trafega melhor, mesmo com as reclamações de parte dos cidadãos. “Investimos numa mudança certa, depois dos testes que avaliam melhor o tráfego forem satisfatório”, lembra o secretário com a mudança na Avenida Romualdo Galvão, no qual atendeu as expectativas.


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