Findo o seminário do CNJ para discutir o ingresso na magistratura (Leia mais em Novas regras), o conselheiro Lúcio Munhoz pegará parte das propostas apresentadas e finalizará, até o final do mês, um texto para ser votado pelo pleno do Conselho.
Em relação à criação de um concurso nacional para o ingresso na magistratura, Munhoz explicou que ele deve constar da proposta, mas de forma não vinculante. Assim, cada tribunal poderá optar se usa ou não a prova em seu processo de seleção.
Outro tema que aparecerá no documento é o fim do uso de instituições terceirizadas para a elaboração e correção de provas.
As instituições poderão dar apoio logístico e aplicar testes, mas os mesmos devem ser produzidos e corrigidos por técnicos dos tribunais.
Por fim, um tema que Munhoz disse ainda estar em discussāo e por isso não aparecerá necessariamente em sua proposta, é o fim do exame psicotécnico para magistrados. Em seu lugar haveria uma avaliação psicológica mais profunda.

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