Salomão Gurgel se formou na antiga União Soviética e deseja a vinda de outros estrangeiros para exercer medicina no Brasil
Por Virgínia França
Mesmo com entidades médicas se posicionando contra a vinda de seis médicos
cubanos para o Brasil, alguns profissionais são favoráveis a chegada dos médicos
ao Brasil.
É o caso de Salomão Gurgel médico formado na antiga União Soviética e concorda com a decisão do governo federal em trazer médicos cubanos. “O ensino superior de medicina em Cuba é um dos melhores do mundo. Os profissionais que recebem diploma lá, é porque sabem”, afirma Salomão, que conheceu o país e especialistas cubanos.
A prova da revalida, que avalia os médicos estrangeiros e brasileiros que cursaram medicina em outros países, na visão de Salomão, “é humilhante”. “Médicos estrangeiros vem com contrato com o governo brasileiro, não é necessário”, afirma.
“Fazer a prova depende da faculdade que o estudante foi formado, se é de renome ou não”.
Para Salomão, “as faculdades de medicina no país produzem profissionais apenas para liberar espaço e os estudantes não fazem residência, procurando logo as prefeituras”. Salomão é ex-prefeito de Janduís, na região Agreste do estado.
“Os novos médicos querem ganhar dinheiro e metem a faca no pescoço dos prefeitos, cobrando R$ 20 mil e quem der mais, ganha o leilão”.
Salomão conta que os médicos não se comprometem com a medicina social e com programas de saúde pública, querendo trabalhar com regime de horas e sistema de plantão.
“A vinda desses médicos vai melhorar a oferta de mão de obra e eles irão aplicar aos programas de saúde”, fala o médico e ex-prefeito que deseja a vinda de outros especialistas.
Sobre o questionamento do Conselho Federal de Medicina do investimento da vinda desses médicos cubanos serem remanejados para investimentos na estrutura de postos e unidades de saúde, Salomão é taxativo.
“Janduís é um dos menores municípios do estado e tem tudo. Centro de Saúde, laboratórios, aparelhos. Faltam profissionais empenhados, com compromisso”, finaliza.
É o caso de Salomão Gurgel médico formado na antiga União Soviética e concorda com a decisão do governo federal em trazer médicos cubanos. “O ensino superior de medicina em Cuba é um dos melhores do mundo. Os profissionais que recebem diploma lá, é porque sabem”, afirma Salomão, que conheceu o país e especialistas cubanos.
A prova da revalida, que avalia os médicos estrangeiros e brasileiros que cursaram medicina em outros países, na visão de Salomão, “é humilhante”. “Médicos estrangeiros vem com contrato com o governo brasileiro, não é necessário”, afirma.
“Fazer a prova depende da faculdade que o estudante foi formado, se é de renome ou não”.
Para Salomão, “as faculdades de medicina no país produzem profissionais apenas para liberar espaço e os estudantes não fazem residência, procurando logo as prefeituras”. Salomão é ex-prefeito de Janduís, na região Agreste do estado.
“Os novos médicos querem ganhar dinheiro e metem a faca no pescoço dos prefeitos, cobrando R$ 20 mil e quem der mais, ganha o leilão”.
Salomão conta que os médicos não se comprometem com a medicina social e com programas de saúde pública, querendo trabalhar com regime de horas e sistema de plantão.
“A vinda desses médicos vai melhorar a oferta de mão de obra e eles irão aplicar aos programas de saúde”, fala o médico e ex-prefeito que deseja a vinda de outros especialistas.
Sobre o questionamento do Conselho Federal de Medicina do investimento da vinda desses médicos cubanos serem remanejados para investimentos na estrutura de postos e unidades de saúde, Salomão é taxativo.
“Janduís é um dos menores municípios do estado e tem tudo. Centro de Saúde, laboratórios, aparelhos. Faltam profissionais empenhados, com compromisso”, finaliza.
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