A presença do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), na comitiva da presidente Dilma Rousseff em viagem a Natal, na próxima segunda-feira (3), se deve à crise do Planalto com o PMDB. O bicho está pegando.
O nome do senador alagoano está na lista de autoridades que acompanham Dilma Rousseff na viagem entre Brasília e e a capital potiguar.
O vice-presidente Michel Temer, presidente de honra da legenda, já disse a Dilma que há focos de rebelião no PMDB. A imprensa noticia hoje (1) que, em pelo menos seis estados (Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Rondônia e Bahia), os peemedebistas ameaçam apoiar a candidatura de Eduardo Campos, do PSB.
Temer tem conversa marcada com a presidente na segunda-feira (3). Antes, ela vai conversar com Renan Calheiros e com Henrique Eduardo Alves durante o voo para Natal.
Desde que se negou a votar a MP que reduz a tarifa da energia elétrica, na semana que passou, o presidente do Senado vem batendo boca com as ministras da articulação política do Planalto, Gleisi Hoffmann e Ideli Salvatti.
Henrique Alves figura hoje no grupo pró-Planalto.
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