Mostrando postagens com marcador Educação/ Greve. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educação/ Greve. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Justiça nega pedido do Governo e considera legal a greve dos professores do Estado

O desembargador Saraiva Sobrinho, vice-presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, negou pedido de antecipação de tutela formulado pelo Estado do RN buscando a declaração da ilegalidade e abusividade do movimento grevista desencadeado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (Sinte/RN), além do pedido de multa diária em caso de descumprimento da decisão.

O magistrado entendeu que as alegações feitas pelo Estado não eram inequívocas, não atendendo portando aos requisitos para concessão da liminar. Entendeu ainda que “não se constata, a priori, falta de razoabilidade nas demais reivindicações, pois aparentemente se apresentam como anseios voltados à própria melhoria do ensino, com postura eminentemente social”.

De acordo com a decisão, o Estado alegou que a greve iniciada no dia 13 de agosto vem prejudicando todo o corpo de alunos da rede com a paralisação das aulas e que prejudica também o ano letivo de 2013, pois não foi garantido um percentual de servidores ativos para assegurar a permanência dos serviços prestados à comunidade.

O Estado disse ainda que não se nega a atender as reivindicações, porém dentro das suas possibilidades orçamentárias/financeiras e de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Alega que a administração vem enfrentando dificuldades à implementação do plano de carreira dos funcionários e que as reivindicações postas estão acima de suas condições de atendimento.


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Sinte mantém greve e propõe: “Todos contra Rosalba”

 

Direção do sindicato afirma que ainda não existe qualquer sinalização de nova rodada de negociação com Governo do Estado

Por Moisés de Lima

A presidente do Sinte-RN, Fátima Cardoso falou aos professores hoje sobre necessidade de unificar os movimentos (Foto: Moisés de Lima)

Os professores da rede estadual de  educação decidiram através de uma assembleia realizada hoje à tarde na Escola Winston Churchill manter o estado de greve iniciado no dia 12 de agosto. Durante o ato, a direção do Sindicato dos Servidores em Educação (Sinte) anunciou que a paralisação irá se unir a outras categorias, como o  Sindsaude e o Sindicato dos Permissionários de Alternativos no movimento Fora Rosalba.

“Estamos fortalecendo mecanismos para a negociação com o Governo do Estado, através dos secretários e do Gabinete Civil, mas ainda não há qualquer sinalização de uma nova rodada de negociações”, informou a presidente do Sinte-RN, Fátima Bezerra.,

Ela ressalta que a direção da greve está preocupada agora em fortalecer o movimento a aumentar a paralisação. “ Nossa meta é trazer o máximo de docentes para essa greve e  refutar todas as ameaças  como corte de ponto e abertura de processo administrativo feitas pela Secretaria de Educação”, finaliza a sindicalista.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Categoria aceita proposta e termina greve nesta terça

A greve dos professores municipais foi suspensa na tarde desta segunda-feira (3) após assembleia realizada na Assen. De acordo com a coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte (Sinte-RN), Fátima Cardoso, a assembleia foi participativa e o fim da greve se deu pela melhoria das propostas da prefeitura. “Se não colocar em prática as propostas, a greve volta”, afirmou Fátima Cardoso.

A proposta apresentada pela Prefeitura e acatada pela categoria foi de reajuste de 10%, para os professores e educadores infantis da Rede Municipal de ensino, em julho de 2013; reajuste dos 24,56% restantes em 2014 e 2015 em julho e novembro (duas parcelas ao ano) sobre o salário de junho de 2013, totalizando o percentual de 34,56% e restabelecimento da data base anual (janeiro) de reajuste dos professores e educadores infantis da rede municipal de ensino, de acordo com a Lei Nº 11.738/08. Para isso será encaminhado Projeto de Lei á Câmara Municipal do Natal, até julho/2013.

A categoria garantiu ainda: a antecipação do pagamento de 40% do décimo terceiro no dia 14 de junho de 2013; e o pagamento dos atrasados, referentes às promoções já implantadas, no mês de julho do corrente ano; a publicação e implementação da Progressão Funcional dos professores na folha de pagamento de julho. É esperado também a realização de concurso público até novembro deste ano, e publicação e implementação da Progressão Funcional dos professores na folha de pagamento.

As aulas serão retomadas nesta terça-feira (4). A paralisação durou 13 dias corridos.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Professores não aceitam proposta da Prefeitura e greve continua em Natal

 

Os grevistas se mostraram insatisfeitos com o valor de 10% e a data estipulada pelo poder Executivo para iniciar o pagamento

Por Geraldo Miranda e Leonardo Dantas

Os professores da rede municipal de ensino não aceitaram a proposta da Prefeitura de Natal nesta segunda-feira (27). A proposta foi colocada em votação durante assembleia da categoria, que considerou o reajuste de 10% oferecido pelo Executivo como insuficiente e aprovaram a continuidade da greve por tempo indeterminado.

A categoria deliberou por uma nova assembleia para a segunda-feira (3), às 14h. Agora, eles seguirão em marcha com destino ao Palácio Felipe Camarão, onde realizam mais um protesto.

A maior reclamação dos professores é o prazo solicitado pela Prefeitura para efetuar o reajuste e o valor, tendo em vista que a proposta inicial era de 34%.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Mercadante prega diálogo para 'entendimento' com grevistas

Ministro se reuniu com reitores de institutos federais de educação.

Ele chamou de 'vandalismo' pichações nas fachada do ministério.



Vitor Matos Do G1, em Brasília


O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou no início da noite desta quarta-feira (18) que vai continuar "dialogando e buscando entendimento com professores". O ministro passou a tarde reunido com reitores dos institutos federais de educação, focados em cursos técnicos, para apresentar a proposta do governo para o reajuste dos docentes federais, em greve há dois meses.

Na semana passada, o governo apresentou novo plano de carreira e reajuste de até 45%, mas parte da categoria é contra. Até a segunda (16), 57 das 59 universidades permaneciam paradas, além dos 37 institutos e centros de educação tecnológica, que incluem o Colégio Pedro II. Nesta terça (17), em reunião com reitores das universidades federais, Mercadante disse que não havia margem para aumento maior. Nesta quarta, não foi anunciada nenhuma nova proposta.

Na opinião de Mercadante, os encontros vão ajudar a construir um acordo com os grevistas. "O entendimento que tivemos ontem [terça] e hoje [quarta] vai ajudar no esclarecimento da proposta e resolver pontos importantes na expectativa da categoria. Continuaremos colocando nossos pontos pra que os alunos não sejam mais prejudicados", afirmou.


Mercadante, a exemplo do que fez na terça, mencionou a crise financeira internacional como dificuldade para flexibilizar a negociação com os grevistas. "Com a crise financeira, a prioridade do governo será preservar o emprego daqueles que não são servidores, que não têm estabilidade. Nossa margem fiscal vai ser dirigida pra manter emprego e renda da população. Não queremos que aconteça aqui o que está acontecendo na Europa, como cortes de empregos."

O ministro também informou que, na reunião com os reitores dos institutos federais, ficou decidido que um grupo de trabalho, formado por representantes dos institutos, vai elaborar propostas para melhorias na carreira.

O grupo de trabalho vai ficar responsável principalmente, segundo o ministro, por propor critérios para progressão dos professores na carreira a partir de certificações técnicas, e não apenas mestrado e doutorado. Outro ponto que será debatido dentro do grupo serão incentivos para professores que atuarem em institutos em locais remotos do país, onde funcionam algumas dessas intituições.

Vandalismo

O ministro qualificou de "vandalismo" as pichações feitas na fachada do Ministério da Educação por estudantes durante manifestaçoes de servidores federais na Esplanada na manhã desta quarta.

"Esse tipo de vandalismo nada contribui, nada resolve. É legitima a manifestação, é própria da democracia. Mas um ato que agride um patrimônio público construido com o dinheiro do povo, em nada contribui para o momento. Temos que responder a isso com mais educação. Tenho certeza que esses jovens sentirão vergonha do que fizeram", disse o ministro.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Professores estaduais paralisam atividades nesta quinta


Os professores da rede estadual paralisam as atividades durante todo o dia de hoje, quinta-feira (10). A manifestação tem início às 9h e se prolonga até às 15h, quando realizam um debate na Assembleia Legislativa. Durante a terça-feira (8), a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN) visitou as escolas para mobilizar professores para o movimento.

O protesto, a princípio, não se estenderá e os professores retornarão às aulas amanhã.

Os professores exigem melhorias nos planos de carreira e nas condições de trabalho, segundo informou a presidenta do Sinte/RN, Fátima Cardoso. De acordo com ela, os professores pedem o pagamento do plano de carreira dos funcionários e o pagamento de forma integral dos aposentados. A gratificação a diretores das escolas é uma das reivindicações.

Além disso, os professores cobram o envio de um Projeto de Lei que encontra-se no Governo. “Tem um projeto de Lei sobre a revisão de plano de carreira que está no Governo desde 2010″, disse Fátima Cardoso. No tocante à infraestrutura, o sindicato também coloca em pauta a ampliação de algumas escolas estaduais.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Secretários desmentem Governadora e afirmam o não cumprimento do acordo

Em reunião realizada no final da manhã da última sexta-feira, 27, os auxiliares da Governadora Rosalba Ciarlini desmentiram-na e afirmaram que o Governo do Estado não irá cumprir o acordo firmado com a ADUERN, em setembro do ano passado, que pós um fim à greve de 106 dias na UERN. No dia 17 de abril, a governadora afirmou em visita à Mossoró, que o acordo seria cumprido já que “quando eu firmo um acordo, eu cumpro”, disse ela na oportunidade e ainda complementou “Inclusive já é lei!” (veja aqui).

Tão logo foi iniciada a reunião, o secretário-chefe do Gabinete Civil, Anselmo Carvalho, que negociou com a categoria docente no ano passado, pediu desculpas e alegou que não poderia participar da reunião, pois teria outro compromisso. O fato gerou indignação nos presentes. “Foi uma falta de respeito o secretário que negociou conosco durante toda a greve do ano passado e que anda dizendo que não houve acordo, quando nós temos documentos assinados por ele, sair de uma reunião de negociação”, explica o professor Carlos Filgueira, diretor da ADUERN que participou da reunião.

Segundo o docente, na oportunidade, o secretário de Administração, Alber Nóbrega, e o Consultor Geral do Estado, José Marcelo Costa, somente utilizaram o mesmo discurso da “Terra Arrasada”, usado amplamente no ano passado. “Na época, o Governo do Estado havia assumido há pouco tempo, agora já faz mais de um ano e continuam com as mesmas desculpas”, afirma o professor.

Ao serem questionados sobre a palavra da Governadora e os documentos assinados pelo Governo do Estado, os secretários foram enfáticos. “Palavra e documentos não vogam, o que voga é o real”, alegando que o Governo está no limite prudencial e não pode conceder aumentos aos servidores. Com essa fala, os presentes perceberam a falta de sintonia entre a governadora e seus auxiliares. “Como a autoridade maior do estado afirma algo e seus subordinados a desmentem? Isso só indica a falta de rumo do Governo”, garante Carlos Filgueira.

Diante da situação, os professores da UERN irão se reunir em Assembleia nesta quarta-feira, 02, às 9h, na sede da entidade em Mossoró, para repassar os informes da negociação para a categoria, deliberação de greve por tempo indeterminado, instalação do comando de greve e encaminhamentos.

Tuitaço

Surge na web um movimento para denunciar a falta de compromisso do Governo do Estado com os acordos firmados com os servidores públicos, além do descaso com a UERN. O tuitaço com a hashtag (palavra-chave) #RosalbaVergonhaDoRN será promovido nesta terça-feira, 1º de maio, a partir das 10h. O objetivo é que o assunto se torne um dos mais comentados no país para ganhar repercussão nacional.


Convocação da assembleia



ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA



C O N V O C A Ç Ã O

O Presidente da Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – ADUERN/Seção Sindical do ANDES/SN, no uso de suas atribuições legais e regimentais, CONVOCA todos os professores da UERN para Assembleia Geral Extraordinária, que se realizará na Área de Lazer Prof. FRANCISCO MORAIS FILHO, no dia 02 de maio de 2012, quarta-feira, em primeira convocação, com 20% do número de sindicalizados, às 08:30 horas, em segunda convocação com 10% do número de sindicalizados, às 08:45 horas, ou, em terceira e última convocação, com qualquer quorum, às 09:00 horas, para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia:

1) Informes sobre (des)cumprimento do acordo salarial;

2) Deliberação sobre deflagração de greve por tempo indeterminado;

3) Instalação do comando de greve;

4) Encaminhamentos.


Mossoró (RN), 27 de abril de 2012.

Prof. Flaubert Fernandes Torquato Lopes

Presidente

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Nota de Esclarecimento Sobre a Posição Oficial do Governo em Relação a Greve da UERN

Secretário vê motivação política para a manutenção de greve na UERN

A manchete acima corresponde a matéria publicada sábado 27 de agosto de 2011 no Jornal de Fato (ver texto completo no link: http://www.defato.com/politica.php). Através dela, o porta voz oficial do governo do Estado, Secretário de Administração José Anselmo de Carvalho, provavelmente orientado pela Governadora Rosalba Ciarlini, acusa a greve da UERN de está sendo conduzida por interesses político-partidários. Vejam na íntegra o que afirma o secretário: "O que surpreende é a questão da rejeição das propostas que o governo faz e, por isso, não descarto que (a greve) tenha influências partidárias (...) As suspeitas de ingerência partidária se devem ao fato da maioria dos militantes sindicais estarem ligados a partidos políticos que tendem a apresentar candidatos nas próximas eleições municipais. Como a UERN é sediada em Mossoró, o objetivo seria beneficiar nomes ligados ao PT e ao PSB”.

Antes que tudo, inicialmente fazemos os seguintes esclarecimentos:

1. O Comando de Greve dos Professores é suprapartidário, ou seja, nele encontram-se professores filiados ao PT, PCdoB e PMDB. Não identificamos nenhum membro filiado ao PSB, pelos menos ninguém se manifestou enquanto tal; também não sondamos essa possibilidade e muito menos investigamos a vida política partidária de nenhum membro. É necessário reter que a maioria de seus membros não tem nenhuma filiação partidária. Alguns até já manifestaram ter votado em Rosalba Ciarlini para o governo do Estado;

2. A Assembléia Geral dos Professores é a instância que delibera o início e o fim da greve. Cada membro do Comando tem apenas um voto na Assembléia Geral.

3. Sobre nossas reivindicações, esclarecemos que, o que estamos reivindicando do ponto de vista salarial (23,98%) é um direito que a categoria conquistou através de seu Plano de Cargos e Salário de 1989. Imbuído de nossa responsabilidade institucional, nossa pauta de reivindicações também inclui: descontingenciamento do orçamento da UERN; suplementação de verbas, autonomia financeira, entre outros;

4. Em relação ao movimento paredista, o Governo só se manifestou oficialmente com aproximadamente 20 dias de greve, mesmo assim de forma vazia, tendo em vista que propôs que a greve fosse suspensa uma vez que só em setembro de 2011 o governo teria possibilidade de atender as reivindicações;

5. Em seguida, com aproximadamente 50 dias de greve o governo propôs a possibilidade de aumento para 2011 de 3% “se o limite prudencial do Estado não for um elemento impeditivo”;

6. Finalmente, com 70 dias de greve o governo do Estado propôs oficialmente o escalonamento dos 23,98% reivindicado até 2014;

7. A ADUERN comandou diversas greves nos três últimos governos estaduais: Garibaldi Filho, Wilma de Faria e Rosalba Ciarlini. Vale ressaltar que desses três governos foi a Governadora Vilma de Faria quem mais atendeu as reivindicações salariais dos professores, chegando em 07 anos de governo a aproximadamente 110% de aumento para a categoria. Vale acrescentar também, que mesmo assim foi no governo Wilma de Faria que mais aconteceram greves na UERN. Isto é uma prova inconteste que a greve não é partidária, mas move-se por interesses estritamente institucionais;

Dizer que a categoria sistematicamente recusou as propostas do governo não condiz com a verdade, afinal, pelo exposto só com 70 dias de greve foi que o executivo estadual fez uma proposta concreta e discutível. Diante desta, abrindo mão da pauta original, a categoria de professores aceitou os prazos e os índices propostos pelo executivo estadual na certeza e com a convicção de que estava contribuindo para resolver o impasse. Nossa resposta ao governo incorporava sua proposição e acrescentava aos índices sugeridos os percentuais correspondentes a variação da inflação acumulada no período como forma de não impor perdas salariais à categoria ao longo dos próximos anos. Ressalte-se que no início do processo de negociação, membros do governo já haviam sinalizado positivamente com a possibilidade de atender o percentual apresentado, corrigindo os índices sugeridos, assim como acrescentado dos resíduos inflacionários que porventura existissem. Neste aspecto, foi o governo quem recuou de sua proposta.

Ainda sobre a ampla pauta de reivindicações da greve, em diversas ocasiões o Governo Estadual se comprometeu em descontingenciar os recursos financeiros da UERN. Entretanto, até este momento a liberação dos recursos não foi efetivada. Quem se nega a negociar?

Na verdade, o Secretário Anselmo Carvalho na medida em que acusa o movimento paredista de partidarismo tenta rebaixar e desqualificar o debate. Porque ao invés de se deter e opinar sobre a pauta de reivindicações da categoria, que é a motivação maior da greve, faz ilações especulativas em torno de intenções que só existem em sua mente, porque os fatos reais não correspondem às suas supostas afirmações.

Também é preciso reter, que em diversas ocasiões a governadora Rosalba Ciarlini acusou o movimento paredista de ser partidário, uma vez “que no governo de Wilma de Faria a categoria aceitou um escalonamento de três anos, mas no governo dela esta mesma categoria não se dispõe a aceitar o mesmo escalonamento”. Aqui cabe um esclarecimento crucial: em primeiro lugar no governo Wilma de Faria nós aceitamos um escalonamento de três anos para o correspondente a 64% e não para 27% em três anos como propõe a governadora Rosalba Ciarlini. Em segundo lugar, em 2007, ano do acordo com a Governadora Wilma de Faria, a inflação não chegava a 2% ao ano. Em 2011 a inflação pode chegar a um patamar de 6,5%, com projeções para 2012, 2013 e 2014 de 21% de inflação acumulada.

As insinuações provocativas do secretário têm como objetivo central escamotear as reais intenções do governo para com a UERN. Aqui cabe uma pergunta fundamental: Por que o governo contingenciou os recursos financeiros da instituição? Esta medida tem motivação política ou é de outra natureza? Por fim, diante de fatos tão incontestáveis, a conclusão isenta, ilibada e imparcial sobre o histórico deste movimento paredista, é que quem “esticou a corda da greve” foi o Governo Estadual.



Prof. Flaubert Fernandes Torquato Lopes

Presidente da ADUERN



Prof. Carlos Alberto Nascimento de Andrade

Membro do Comando de Greve dos Professores da UERN


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Em greve há mais de dois meses, professores da Uern aguardam para hoje resposta do Governo a nova proposta salarial apresentada pela categoria

 

Em greve há mais de dois meses, os professores da Uern aguardam para esta terça-feira(2) uma resposta do Governo do Estado a uma nova proposta apresentada pela categoria.
 
Reunidos na última sexta-feira(29), os docentes da UERN rejeitaram a proposta apresentada pelo Governo de escalonar o reajuste salarial de 23,98% em três anos.
 
A nova proposta dos professores da Uern consiste no pagamento de reposição salarial de 23,98% escalonado em três parcelas, entre outubro e dezembro de 2011, com efeito retroativo a abril.
 
A categoria aceita, no entanto, receber o retroativo de forma escalonada no ano de 2012 a partir de uma programação de pagamento pactuada com o Governo.
 
Segundo dirigentes da Associação dos Docentes(Aduern), o secretário de Administração do Estado, José Anselmo, considerou a nova proposta discutível e pediu um prazo até hoje(2) para responder aos professores em greve.
 
Para o professor Flaubert Torquato, presidente da Aduern, a categoria mais uma vez flexibilizou sua proposta salarial.

“Penso que o Governo cederá para que esse impasse seja resolvido logo. Estamos nos aproximando de um entendimento. O clima junto à categoria é de bastante ansiedade para saber a resposta do Governo”, diz o presidente da Aduern.
 
Os professores da Uern irão realizar uma nova assembleia na próxima quinta-feira(4) para avaliar a resposta do Governo e decidir se continuam ou não em greve.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Greve dos professores do estado chega ao fim após 79 dias

Os professores da rede estadual de Educação encerraram, nesta quarta-feira (20), a greve da categoria que já durava 79 dias. Em assembleia, a categoria decidiu pelo retorno devido às sanções que poderiam sofrer caso mantivessem a paralisação. Apesar da volta às aulas, os professores garantem que vão continuar na luta por melhores salários e mais atenção à educação público.

Durante a assembleia que ocorreu na tarde desta quarta-feira, o Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinte/RN) levou à categoria a proposta do Governo do Estado, repassada durante encontro também nesta tarde. O Governo manteve a proposta de aumento de 34%, a ser pago entre setembro e dezembro deste ano. No entanto, o Executivo vai formalizar a criação de um fórum permanente para discutir o plano de cargos e salários dos servidores da Educação que, para o Estado, precisa de alterações devido ao pagamento do piso nacional da educação. "Cumpriremos a lei do piso nacional daqui pra frente. Mas, para garantir isso precisamos revisar o plano de cargos", disse a secretária-adjunta de Educação, Adriana Diniz.

A presidente do Sinte, Fátima Cardoso, garantiu que a categoria só decidiu retornar ao trabalho devido à decisão judicial, que determinou o retorno e estabeleceu multa de R$ 10 mil por dia de descumprimento, e também às retaliações do Governo, que cortaria o ponto dos faltosos e poderia ingressar com processos para a demissão de servidores. "A categoria está indignada com o Governo, insatisfeita profundamente. O sentimento hoje é que as aulas vão retornar sem qualidade porque os professores estão profundamente insatisfeitos", disse Fátima Cardoso.

Apesar da decisão de retornar, os professores garantem que vão continuar buscando a melhoria nas condições de trabalho e nos salários, sob pena de que o ano letivo em 2012 não tenha início. "Esse Governo brinca de fazer Educação. Ou a governadora tem uma políticia propositiva, ou não iniciaremos o próximo ano letivo", garantiu.

A revisão do plano de cargos vai ocorrer com uma comissão de representantes dos professores e do Governo, estabelecendo um cronograma. De acordo com o secretário estadual de Administração, Anselmo Carvalho, o fórum será criado imediatamente - e o Sinte já cobra a instalação.

Eles acham com a greve finalizada ocorre uma educação de qualidade. A ideia é contrária. Eles estão na contra-mão. Vamos cobrar imediatamente a criação do fórum para discutir o nosso plano de carreira", finalizou Fátima Cardoso.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Governo do RN analisa tabela do Plano do Magistério em nova reunião com o Sinte

A exemplo dos Policiais Civis, Fundação José Augusto e Detran, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (Sinte/RN) pode confirmar, em breve, a suspensão de mais uma greve. Na manhã desta segunda-feira (18), o secretário-chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes, recebeu representantes do Sinte/RN e deu início a uma nova rodada de negociações com a categoria. A paralisação dos professores na rede estadual pública de ensino já dura 77 dias.


Durante a reunião, que também contou com a participação da deputada federal Fátima Bezerra, os profissionais apresentaram as propostas de aplicação dos 34% em três parcelas iguais a começar de julho, aplicação de 21,76% no mês de janeiro de 2012, escalonamento até junho de 2012 da tabela salarial reivindicada pelo Sinte/RN e escalonamento dos retroativos dos servidores.


Em resposta, o secretário-chefe explicou que levará as intenções para apreciação da governadora Rosalba Ciarlini e uma nova reunião com o sindicato está marcada para esta quarta-feira (20), em horário ainda a ser definido. Paulo de Tarso lembrou que o piso nacional já foi implantado e pago para todos os professores, mas ressaltou a divergência de datas, uma vez que o Governo do RN mantém o calendário para setembro.


A novidade apresentada pelo secretário-chefe foi a discussão interna do reajuste de toda a tabela do plano do magistério. “O Governo estudará essa questão com responsabilidade e dentro dos critérios de responsabilidade financeira, cumprimento da lei e também pensando nos alunos norte-rio-grandenses. O Governo está sempre disposto a dialogar e a governadora Rosalba Ciarlini está agindo dentro dos critérios de conciliação, de diálogo. Estamos procurando o consenso”, encerrou.

domingo, 17 de julho de 2011

Sinte encaminha ofício ao Governo

Na última quinta-feira (15), a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação encaminhou ofício à governadoria Rosalba Ciarlini e à secretária de Educação do Estado, Betânia Ramalho, informando os motivos da continuidade do movimento paredista.

Na ofício, o Sinte reafirma as reivindicações da categoria:
 
1- Antecipação dos 34% para os meses de julho, agosto e setembro;
2- Aplicação dos 21,76% de correção no mês de janeiro de 2012; e
3- Totalização da tabela salarial do magistério em junho de 2012.
 
O Sindicato demonstrou, ainda, o interesse em flexibilizar a negociação propondo que os valores retroativos sejam escalonados em uma discussão pós-greve.
 
Para a coordenadora geral do Sinte, Fátima Cardoso, o Sindicato tem dado bom exemplo de diálogo.
 
“Resta ao governo aproveitar esse diálogo para desfazer qualquer imagem negativa em relação aos serviços da educação e de seus profissionais. Esse é o caminho para a superação do impasse”, afirma a coordenadora do Sinte.

sábado, 16 de julho de 2011

Com licença, eu também vou à luta!

Por: Rogério Marques

ENGRAÇADO, o Ministério Público recomendou à secretária de educação do Estado, Betânia Ramalho, “a instauração de processo administrativo disciplinar contra os servidores que inviabilizem a prestação de serviço educacional”. Devia, também, condenar o estado pelas péssimas condições das escolas públicas.

Não bastasse o difícil exercício da profissão, que inclui longas jornadas em salas de aula superlotadas, os trabalhadores em educação ainda são criminalizados. Além das graves doenças da profissão, como enfermidades vocais, LER/Dort, síndrome de bernout ou estresse crônico. Essa é uma realidade vivida pelos educadores que o poder público e a grande imprensa não quer ver. Fingem não saber ou fazem questão de esconder.

A greve é um direito garantido pela Constituição Federal do Brasil que os trabalhadores têm para enfrentar governantes autoritários e insensíveis à dura realidade de quem depende de salários miseráveis. Portanto, secretária de educação e Ministério Público,fazer greve não é cometer crime.

Descontar dia de trabalho de quem luta por uma educação de qualidade e salário digno , isso sim, é ilegal, imoral.

A lei, ora a lei... E os dias de aula que não são cumpridos devido a falta de professores e as condições precárias das escolas públicas? Quem vai pagar por isso? A greve não tem culpa do ensino brasileiro ser um dos piores do mundo.

Então, não adiante criminalizar trabalhadores para poupar os verdadeiros culpados das péssimas notas atribuídas ao ensino brasileiro.

Os trabalhadores da rede pública estadual de ensino no Rio Grande do Norte merecem todo o respeito. Afinal, lutar não é crime. Por isso, numa decisão corajosa, a assembleia dos trabalhadores em educação realizada nesta quinta-feira (14/7), na Escola Estadual Winston Churchill, decidiu continuar a greve, mesmo sob as ameaças dos poderes executivo e judiciário.

Com licença, eu também vou à luta... A próxima assembleia está marcada para a próxima sexta-feira, dia 22.
 
Oliveira Wanderley

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Professores não acatam ordem judicial e continuam em greve

Os professores da rede pública estadual de ensino decidiram permanecer em greve, mesmo após a decisão judicial que obriga o retorno dos profissionais às salas de aula. O descumprimento da determinação acarreta para o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (Sinte/RN) a multa diária de R$ 10 mil.

A decisão da manutenção do movimento grevista foi tomada em assembleia ocorrida na manhã desta quinta-feira (14), na qual a opção pela greve foi escolhida por unanimidade. Durante os debates, nenhuma das falas dos trabalhadores presentes se mostrou contrária à defesa da direção do sindicato.

Fátima Cardoso, presidente do Sinte, afirma que a categoria vai recorrer da decisão. "Nós iremos entrar com um recurso contra a decisão do TJ, mas antes esperamos entrar em acordo com o Governo do Estado", disse a sindicalista.
Quando questionada com relação à possibilidade do corte de ponto dos professores, Fátima respondeu com a afirmativa de que seria melhor um consenso entre as partes. "Ao invés de cortar os pontos, o Estado deveria nos garantir que, até junho de 2012, 100% dos salários dos professores seria corrigido", completou.

Governo mantém silêncio e greve na UERN continua

Sem resposta do Governo do Estado às reivindicações dos professores da UERN, a categoria decidiu, em assembleia realizada hoje (14) pela manhã, pela continuidade do movimento paredista. A ADUERN elaborou há 15 dias uma nova proposta, mas a administração estadual ainda não sinalizou o atendimento.

Na ocasião, os professores que avaliaram as negociações, expressaram o descontentamento com o descaso do Governo em não responder à pauta de reivindicação da categoria. Dessa forma, a greve continua enquanto não houver um acordo favorável para os docentes.

Ainda foi aprovada uma moção de apoio e solidariedade aos trabalhadores da educação pública do Rio Grande do Norte e em repúdio à ilegalidade da greve decretada pelo Tribunal de Justiça do RN a pedido da Governadora Rosalba Ciarlini.

Professores realizam assembléia nesta quinta-feira e decidem se continuam ou não com a greve, que já foi decretada ilegal pelo Tribunal de Justiça

Além dos policiais civis e dos servidores da Emater, Detran e Fundação José Augusto, outra categoria de funcionários do Estado poderá decidir pelo fim da greve. Trata-se dos professores da rede estadual de ensino.
 
A categoria realiza assembleia geral nesta quinta-feira(14), a partir das 9 horas, no Colégio Winston Churchil.
 
A assembleia vai acontecer depois que o tribunal de Justiça decidiu pela ilegalidade e abusividade da greve dos professores na última terça-feira(12).
 
A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação(Sinte) diz que vai defender a continuidade da greve, mesmo com a multa de R$ 10 mil por dia imposta pelo Tribunal de Justiça ao Sindicato caso a decisão judicial seja descumprida.
 
A verdade é que o Sinte talvez tenha jogado mal. Esticou a corda demais e não fez como o Sinpol, que aproveitou a audiência de conciliação com o Governo para acabar com a greve.
 
O Sinte também teve uma audiência de conciliação no Tribunal de Justiça, mas não chegou a um acordo com o Governo e manteve o movimento grevista que já dura mais de dois meses.

Avançar e recuar para a luta continuar

As greves são legítimas e constituem um instrumento de luta dos trabalhadores contra, na maioria das vezes, a intransigência e a ganância dos governos e dos patrões, no caso da iniciativa privada.
 
Mas os grevistas têm que saber o momento certo de parar. Há o momento de avançar e o de recuar. Até porque a luta por melhores salários e condições dignas de trabalho deve ser uma constante.
 
Caso decidam pelo fim da greve nesta quinta-feira, os professores da rede estadual de ensino não sairão derrotados do movimento. Ao contrário. Eles mostraram a força da categoria na luta pelos seus direitos.
 
Na verdade, o Governo de Rosalba Ciarlini sairá muito mais arranhado pela intransigência e, muitas vezes, arrogância no trato com os trabalhadores não apenas da educação, mas das demais categorias de servidores.
 
A prova é o índice elevado de rejeição do Governo Rosalba nos primeiros seis meses. E essa rejeição tem muito a ver com a greve dos servidores.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Professores manterão a greve indiferente da decisão do TJ

Fátima Cardoso informou que o governo tem que parar de tratar a questão com dois pesos e duas medidas. Greve pode ser a maior dos últimos 12 anos.

Foto: Elpídio Júnior
“Mesmo que a greve seja considerada ilegal pelos desembargadores, nós iremos continuar a paralisação”. A declaração foi dita pela presidenta do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (Sinte/RN), Fátima Cardoso no começo desta manhã.

A representante do Sinte/RN informou que hoje será enviada uma representação da categoria para acompanhar a votação da sessão do Pleno de desembargadores, que já esta acontecendo no Tribunal de Justiça do Estado (TJ/RN).

Fátima Cardoso também informou que o Governo do Estado está criando dois pesos e duas medidas, pois já foi negociado o fim da greve com os servidores da Fundação José Augusto (FJA) e do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do RN (Emater), porém não vem dando a devida consideração aos educadores do Rio Grande do Norte.

“Se o governo não der a devida atenção à nossa categoria, a greve irá continuar. Hoje nossa tabela salarial é muito inferior a de alguns servidores do Estado. Está na hora de se melhorar as condições salariais e profissionais do professor”, diz a presidenta.

Greve pode ser a mais longa dos últimos 12 anos

A greve dos professores já contabiliza 73 dia, e poderá ultrapassar a marca recorde de 79 dias, alcançados no ano de 1999 durante o governo do então governador Garibaldi Alves.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Governo e Sindicato não chegam a acordo durante audiência de conciliação no Tribunal de Justiça


A audiência de conciliação entre o Governo do Estado e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do RN(Sinte) não produziu o resultado esperado e os professores continuam em greve.

Reunião aconteceu nesta quinta-feira(7) no Tribunal de Justiça e foi presidida pelo desembargador Virgílio Macedo. 

A Promotora de Justiça da Educação, Carla Amico, também participou da reunião. Juntamente com o desembargador Virgílio Macedo, a representante do Ministério Público lamentou o desfecho da audiência de conciliação. 

“A grande perda, neste caso, é que a categoria perde um título judicial com números, algo inédito, e que garante a implementação efetiva dessas conquistas”, enfatizou a Promotora.

Diante do impasse entre Governo e o Sinte, o desembargador Virgílio Macedo anunciou que a Ação Cível do Estado pedindo a suspensão da paralisação e a ilegalidade da greve dos professores será julgada durante sessão do Pleno do TJRN na próxima quarta-feira(13).

O desembargador encaminhou o processo para o Ministério Público Estadual(MPE) se manifestar.

Divergências

Sinte e Governo divergiram quanto à implantação dos 34% de reajuste remuneratório decorrentes da implantação do piso salarial nacional. 

Enquanto o Sindicato defende a implantação progressiva entre os meses de julho e setembro, o Executivo assinala que somente pode se comprometer com um parcelamento entre os meses de setembro a dezembro.

Outro impasse diz respeito ao saldo retroativo advindo da implantação deste piso nacional. Os representantes dos professores defendem que os novos salários devem ser computados a partir de abril. 

Já o Governo afirma que não há qualquer definição neste sentido do ponto de vista da legislação e que, por isso mesmo, tende a não contabilizar qualquer espécie de saldo retroativo.

O valor e período de implantação da data-base dos salários dos professores também foi tema de discórdia. Por um lado o Sinte pede um aumento de 21,76% já a partir de janeiro de 2012. 

Por outro, o Estado argumenta que já há discussões no âmbito do governo federal que realiza um recálculo no percentual de reajuste e também no período de implementação dos valores. 

Representante o Governo participaram da audiência a secretária de Educação, Betânia Ramalho; o procurador Miguel Josino e a secretária adjunta de Educação Adriana Diniz.

Pelo Sinte participou da reunião a coordenadora geral do Sindicato Fátima Cardoso.

Os professores realizam nova assembleia nesta sexta-feira(8).
 
Oliveira Wanderley

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Professores ignoram ameaça do Governo de cortar o ponto e decidem continuar em greve

 

Mesmo com a ameaça do Governo do Estado de cortar o ponto dos servidores em greve, os professores estaduais decidiram manter o movimento grevista que já dura mais de um mês.

A decisão foi tomada pela categoria na assembleia geral realizada nesta segunda-feira(27) à tarde no Colégio Winston Churchil.

“A ideia agora é fortalecer a união com os demais servidores em greve para intensificar e dar mais fôlego ao movimento”, diz a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação(Sinte).

Durante a assembleia, a categoria aprovou proposta da direção do Sindicato de realizar um grande ato público, no dia seis de julho, unindo todos os servidores públicos que estejam ou não em greve.

Também ficou definido que no dia cinco de julho haverá mais uma assembleia dos professores, às 8h, no Colégio Winston Churchill.

A direção do Sinte reforçou ainda a decisão de realizar o Congresso da categoria, em cumprimento à decisão judicial.

O Congresso está previsto para ter início nesta terça-feira(28), a partir das 14h, no Mardunas Centro de Eventos em Nísia Floresta. Congresso vai prosseguir até quinta-feira(28).

Professores realizam nova assembléia nesta segunda-feira e decidem se continuam ou não em greve

Os professores da rede estadual de ensino realizam mais uma assembleia geral nesta segunda-feira(27). Evento irá acontecer às 14h, no Colégio Winston Churchil.

Na ocasião os professores irão decidir se continuam ou não em greve.

Na semana passada o Governo do Estado anunciou que irá cortar o ponto dos grevistas.

Segundo o secretário da Casa Civil, Paulo de Tarso, o corte no salário dos professores em greve já irá acontecer no contracheque deste mês.

O corte do ponto dos grevistas será um dos assuntos da assembleia dos professores.