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segunda-feira, 11 de março de 2013

Barbosa quer a cabeça de repórter do Estadão

 

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Presidente do STF, Joaquim Barbosa, fez chegar à direção do jornal a informação de que a publicação não tem mais interlocutores no STF; gesto foi interpretado como uma sugestão para que o jornal indique um outro repórter para a cobertura da suprema corte; antes de Felipe Recondo, acusado por Barbosa de "chafurdar no lixo", o ministro isolou a jornalista Mariângela Galucci, também do Estadão, que fez reportagem mostrando que o ministro ia a bares, em Brasília, enquanto estava de licença

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Duas faces, Ilimar Franco

Ilimar Franco, O Globo


A cantora Alcione virou persona non grata entre os políticos de seu estado, o Maranhão. Tudo porque cantou o Hino Nacional durante manifestação no Rio que pedia para a presidente Dilma vetar, como o fez, a Lei dos Royalties.

Colocar o Rio na mesa

A ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) foi informada ontem que 48 senadores e mais de 300 deputados já assinaram pedido de urgência para a derrubada do veto da Lei dos Royalties. Ouviu também que o objetivo do movimento não é, necessariamente, derrubar o veto. Mas forçar o Rio a negociar e a abrir mão de parcela de sua renda nos moldes do relatório Zarattini.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Paraguai não continuará a 'ceder' energia ao Brasil, diz presidente

'Energia não é sequer vendida' a Brasil e Argentina, afirmou Franco.

Paraguai é sócio dos países nas hidrelétricas de Itaipu e Yacyretá.

Do G1, com informações da Reuters

O presidente do Paraguai, Federico Franco, afirmou nesta quarta-feira (8) que o país não pretende continuar a "ceder" energia ao Brasil e à Argentina, países dos quais é sócio nas hidrelétricas de Itaipu e Yacyretá, respectivamente.

"Não estamos dispostos a seguir cedendo nossa energia. E prestem bem atenção que uso a palavra ceder. Porque o que estamos fazendo é ceder ao Brasil e à Argentina, nem sequer estamos vendendo", disse ele, de acordo com discurso publicado na página do governo paraguaio.

Federico Franco, presidente do Paraguai, diz que país não continuará a 'ceder' energia para o Brasil (Foto: Divulgação/Governo do Paraguai)Federico Franco, presidente do Paraguai, diz que país não continuará a 'ceder' energia para o Brasil (Foto: Divulgação/Governo do Paraguai)

O Paraguai tem baixo consumo de energia, e vende aos sócios grande parte do que lhe cabe na produção das duas usinas. Franco, no entanto, diz querer estimular o uso da energia no próprio país.


"Devemos procurar trazer o que é nosso de Itaipu e Yacyretá, criar fontes de trabalho para evitar mais migrações. Para isso, a única alternativa é criar condições de segurança para poder industrializar o país", disse ele, que assumiu a presidência do Paraguai há pouco mais de um mês, substituindo o destituído Fernando Lugo.

Brasil

O Ministério das Relações Exteriores brasileiro, por meio de seu porta-voz, Tovar Nunes, afirmou que Brasil e Paraguai são cogestores de Itaipu e que o diálogo em relação à usina “é muito bom, direto e fluido”. O Itamaraty não comentou as declarações de Federico Franco, mas negou que sua posse à frente do Paraguai afete as negociações com Itaipu.

“Mesmo com todas as oscilações, nunca se deixou de produzir conjuntamente nenhum quilowatt de energia. É um relacionamento histórico, muito fluido, muito bom. Há um grande entendimento, por isso vamos continuar com esse espírito do acordo, que é dos anos 70”, informou o porta-voz.

Valor da energia

O governo Lugo conseguiu triplicar o valor pago pelo Brasil pela eletricidade de Itaipu. Um acordo também foi fechado para a construção de uma linha de transmissão entre Itaipu e Assunção, para que o país utilize mais da energia a que tem direito na usina.

Franco disse que este último projeto possibilitará a instalação de um maior número de indústrias, que igualmente deverão ser encorajadas por um preço mais conveniente de energia.

Pouco depois de assumir, o governo de Franco iniciou negociações com a multinacional Rio Tinto Alcan para a instalação de uma fábrica de alumínio, que foram paradas por divergências sobre o preço que seria fixado para a energia elétrica.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Espanhóis só entram no Brasil com bilhete de volta na mão

Roberto Maltchik, O Globo

A partir desta segunda-feira, o Brasil se tornou mais rigoroso em relação à entrada de visitantes espanhóis. Entre as exigências no controle imigratório estão a exigência de bilhete aéreo de volta , com data de retorno marcada, comprovação de meios econômicos para permanência no Brasil, no caso, a quantia mínima de R$ 170 para ingressar em território brasileiro.

Mesmo assim, não conseguiu equiparar as dificuldades criadas para o ingresso de brasileiros no país europeu. Alguns obstáculos previstos na legislação espanhola não existem por aqui, como, por exemplo, o pagamento de quase cem euros por uma carta-convite, que só pode ser obtida pelo anfitrião na Comisaría de Polícia.

E mais: o tratamento dado aos brasileiros não é isonômico em relação a outras nações latino-americanas, como alega o governo espanhol.

No país ibérico, de acordo com o Boletim Oficial de Estado, de 12 de janeiro de 2010, o anfitrião de turista estrangeiro precisa pagar uma taxa de 96,6 euros para receber das autoridades espanholas uma carta-convite padronizada, além da taxa de um euro por documento anexado à carta. Esse convite precisa ser enviado ao estrangeiro antes do seu embarque para a Espanha.

Detalhe: o anfitrião deverá comprovar sua relação com o imóvel identificado como o endereço da estadia do estrangeiro. Poderá, ainda, ser chamado para uma entrevista com o objetivo de checar as informações fornecidas na carta padronizada

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Pará retira incentivo fiscal de consórcio que constrói Belo Monte

Impasse começou depois que consórcio comprou 118 caminhões em SP.

Acrodo previa que o consórcio comprasse máquinas no Pará.
Do G1, com informações do Jornal da Globo





Mais uma confusão na construção da hidrelétrica de Belo Monte. O governo do Pará retirou um incentivo fiscal porque os construtores foram comprar caminhões em outro estado.

O impasse começou depois que o consórcio comprou 118 caminhões para as obras da hidrelétrica de Belo Monte de uma empresa de São Paulo. Essa transação foi uma quebra de contrato. No acordo assinado em outubro, entre governo do Pará e a construtora, o ICMS cairia de 17% para 10% , desde que o consórcio comprasse as máquinas no Pará.

“Quando um projeto se implanta numa região, lhe proporciona um círculo virtuoso. Como é que isso se dá: ele compra de uma empresa local que vai necessitar contratar mão de obra local, que vai demandar outros fornecedores locais. A comunidade ganha, as entidades de classe ganham, as instituições de ensino ganham; ou seja, o ambiente de negócios favorece a todos que estão inseridos nele”, diz o coordenador da rede de desenvolvimento da Federação das Indústria do Pará, Luiz Pinto Júnior.


Mas, como o acordo foi desrespeitado, esse efeito cascata positivo não aconteceu. E o governo decidiu: assim que os caminhões e outras máquinas compradas fora do estado chegarem ao Pará terão que pagar a diferença de aliquota. E à vista

“Vai acabar saindo mais caro para empresa, porque se ela vai trazer de São Paulo ou da região Sul e Sudeste, que venha com 7% de lá, ao atravessar a fronteira vai pagar o diferencial de aliquota para completar os 17%”, diz o economista José Egypto.

O consórcio reconhece que fez uma ação equivocada e busca alternativas para reparar as consequências.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Como forma de retaliação, Leonardo esvazia recepção a Rosalba

Ao desembarcar no campo de pouso de Pau dos Ferros a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) teve uma surpresa... O prefeito de Pau dos Ferros, Leonardo Rego não foi recebê-la, tão pouco enviou representante para saudar a governadora do seu partido.

Essa foi a primeira vez que Rosalba desembarcou em Pau dos Ferros sem que Leonardo fosse recebê-la com uma numerosa comitiva.

Segundo informações chegadas ao blog, Leonardo estava em Natal e preferiu não encaminhar representante para receber Rosalba.

Uma fonte ligada ao governismo local adiantou que Leonardo está com lundu (amuo; zanga; mau humor; irascibilidade). O jovem prefeito pauferrense ainda não engoliu os cargos indicados pelo grupo do deputado Raimundo Fernandes e do prefeito de São Miguel, Galeno Torquato, nomeados pela governadora Rosalba para órgãos do governo em Pau dos Ferros, como Detran, Hospital Regional, dentre outros.
Assim sendo, como forma de demonstrar sua insatisfação, Leonardo tratou de esvaziar a recepção a governadora DEMocrata.

O fato é que apesar de espernear, bater os quatro cantos do mundo, Leonardo Rego teve que se conformar com todas as indicações feitas pelo grupo de Raimundo Fernandes, mesmo já havendo ‘loteado’, anteriormente, os referidos cargos com pessoas aliadas ao seu agrupamento político.

Nota do blog: Tenho a impressão que essa 'briga' Leonardo já perdeu faz tempo.

blog do jean carlos