Joe Jackson está no Brasil para divulgar obra sobre a morte do filho.
No trabalho, ele tenta provar que o rei do pop foi assassinado.
No trabalho, ele tenta provar que o rei do pop foi assassinado.
Joe Jackson ao lado do produtor e amigo da família Leonard Lowe, durante coletiva de imprensa realizada em São Paulo na manhã desta quinta-feira (25). (Foto: Braulio Lorentz/G1)"Eu só estou tentando ganhar justiça", disse Joe logo no começo da coletiva, após ser perguntado se pretendia lucrar com os direitos autorais da obra. "Se tem alguém que deve lucrar com a morte de Michael não é a imprensa ou qualquer um. São os filhos dele, a família dele", complementou Rowe, também amigo da família.
Os dois aproveitaram para explicar que o Brasil é o primeiro país que eles escolheram para promover o lançamento do livro.
Jackson e Rowe também falaram sobre outros assuntos. Jackson foi contundente ao responder se acredita que as novas canções do filho, que estarão no disco póstumo "Michael", a ser lançado em dezembro, trazem apenas a voz do popstar. "Essas músicas não são cantadas apenas por Michael, não é a voz dele sempre", ressaltou Jackson. Ele também afirmou nunca ter batido no filho. "Acho que eu fiz um ótimo trabalho", disse.
Rowe disse que foi aos poucos vendo as atitudes que as pessoas que cercavam Michael iam tomando. "Michael nunca gostou de ter seus ensaios filmados", comentou, sobre as gravações que deram origem ao filme "This is it". Ele também deixou claro que o cantor americano havia concordado em fazer apenas dez shows na O2 Arena, em Londres, e não 50.
"Ele foi morto por todos, não foi a primeira vez que houve uma conspiração nos Estados Unidos. O mesmo aconteceu com Martin Lutter King Jr. e John F. Kennedy. Sentimos que o mesmo aconteceu com Michael Jackson", resumiu Lowe. Segundo ele, a conspiração retratada no livro foi descoberta por meio de investigações, acessos a documentos e depoimentos do próprio Michael. Há cópias de cartas e contratos publicados na obra.
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