Greves no setor público, que já causam transtornos à população, podem se transformar em oportunidade para abrir o debate eleitoral de 2014, que hoje só tem duas alternativas: Dilma Rousseff e o "Super Lula"; categorias em greve criticam o estilo Dilma de gestão dos conflitos e podem iniciar um movimento nas ruas pela volta do ex-presidente
247 – As greves do setor público, além dos transtornos que têm causado à população, já serviram, ao menos, para opor os estilos de negociação do ex-presidente Lula e da atual Dilma Rousseff (leia mais aqui). Uma consequência mais drástica pode ser o início do movimento “Volta, Lula”. É o que afirma o colunista Ilimar Franco, no jornal “O Globo”. Leia mais aqui:
Sindicalistas e o “Volta Lula”
Os sindicatos vinculados à CUT estão irritados com a atitude da presidente Dilma diante da greve dos servidores. Reclamam que ela fechou as portas de seu gabinete e atribuem à esta atitude hostil o impasse nas negociações e as greves no setor público. Dizem que seu governo não negocia e empurra com a barriga as negociações. Eles lembram que desde o governo Sarney não há uma greve envolvendo funcionários de 26 órgãos federais. E comparam Dilma com Lula que nunca deu tudo o que pediram, mas recebia todos. Os sindicalistas ameaçam deflagrar uma campanha, a “Volta Lula”, para que concorra à presidência em 2014.
De acordo com uma pesquisa recente feita pela Confederação Nacional do Transporte, Lula teria 69% dos votos se fosse candidato à reeleição. Dilma ficaria com 59%. Ou seja: ambos venceriam seus adversários com facilidade, mas os sindicalistas, aparentemente, preferem Lula.
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