O governo enviará para o Congresso nos próximos dias a MP 589, que tem como objetivo repactuar dívidas de INSS com estados e municípios. O texto fala em comprometimento de 2% da receita líquida. Até aí, beleza.
A questão é: há um projeto de Romero Jucá nos mesmos moldes, mas com previsão de comprometimento de 1%. Problema à vista. Assim que a MP bater no Congresso, Jucá vai apresentar uma emenda, alinhando o texto do governo ao ele.

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