O STJ decidiu manter uma condenação contra a BMW devido a um golpe dado pelo seu então presidente no Brasil Michael Turwitt, em 1997.
Acontece que, quem aceitou o convite e foi escolhido pela BMW teve que pagar valores que variavam de 70 000 reais a 125 000 reais para uma empresa de consultoria indicada por Turwitt.
Dias após o pagamento, em vez das negociações se concretizarem para a abertura das concessionárias, Turwitt agradecia o interesse e dispensa o parceiro comercial.
O golpe foi revelado pela revista Exame em 1998, quando Turwitt foi demitido da BMW.
Devido à atuação de seu então presidente, a BMW foi condenada na Justiça estadual do Amazonas e recorreu ao STJ, que manteve a multa de 75 000 reais contra a montadora e a favor de uma das vítimas do golpe – a empresa Cosafarma, de Manaus.

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