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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Ao 247, Marta dá resposta dura ao senador Aécio

 

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Ministra da Cultura considera "absurda" a afirmação do presidenciável tucano de que o PAC das Cidades Históricas foi lançado inúmeras vezes; ela disse ainda que Aécio teve "indiferença" e "descaso" em relação ao patrimônio histórico nos oito anos em que foi governador; pelo jeito, ida de Dilma a São João del Rei, berço político dos Neves, foi o grito de guerra da disputa presidencial de 2014



sexta-feira, 19 de julho de 2013

Em Caicó, Wilma de Faria afirma que está sendo “pressionada a disputar cargo majoritário”

A notícia chega através do blog de Robson Pires. Durante agenda em Caicó, a vice-prefeita de Natal Wilma de Faria afirmou que está sendo pressionada a disputar cargo majoritário.

Falando para os ouvintes da Rádio Rural AM, a vice-prefeita admitiu o interesse em disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, mas ressaltou que tem “sido pressionada para a eleição majoritária. O povo tem me chamado para ser candidata a governo, mas eu tenho dito pare ter paciência que é o ano da reflexão”.

sábado, 29 de junho de 2013

Para vigorar em 2014, reforma tem de sair um ano antes, diz procuradora

Para Renan, reforma política pode valer mesmo se aprovada fora do prazo.


Princípio da anualidade é cláusula pétrea e não muda, diz Sandra Cureau.

Mariana Oliveira Do G1, em Brasília
 
 


A vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, afirmou ao G1 que a reforma política que deve ser submetida a plebiscito só poderá valer para as eleições do ano que vem caso as mudanças sejam aprovadas até o começo de outubro, um ano antes do pleito.

Pela lei, qualquer alteração no processo eleitoral deve entrar em vigor ao menos 12 meses antes de ser aplicada. Mas, nesta quinta (27), o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), levantou a hipótese de as regras da reforma política vigorarem em 2014 mesmo se a legislação for aprovada a menos de um ano da eleição. "Se o resultado do plebiscito mandar excepcionalizar a regra constitucional, isso pode ser feito por proposta de emenda à Constituição", disse (veja as divergências sobre o tema no vídeo acima, em reportagem do Jornal Nacional).

Para Sandra Cureau, no entanto, o princípio da anualidade (que diz que as regras eleitoras só podem ser alteradas até um ano antes da eleição) é uma cláusula pétrea da Constituição, ou seja, uma norma que defende um direito fundamental e, portanto, não pode ser alterada.

"É cláusula pétrea, não pode ser alterada. Podem ser realizadas na reforma política mudanças na legislação eleitoral, sim, desde que não interfiram em cláusulas pétreas. Podem decidir sobre financiamento de campanha, essas coisas. Não alterar uma cláusula pétrea. O Supremo já se pronunciou sobre isso na Lei da Ficha Limpa", disse Sandra Cureau, responsável pelas ações do Ministério Público que tramitam no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Fernando Rodrigues: "Dilma é favorita"

 

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Colunista da Folha afirma que a força da oposição é uma "miragem" e diz que a única hipótese de derrota da presidente Dilma Rousseff é "se acabar a sensação de bem-estar da maioria dos eleitores"; segundo ele, nunca houve o voto "o Brasil está bom, mas pode melhorar"; pesquisas mostram que brasileiros se preocupam com inflação, mas consideram Dilma mais preparada para enfrentá-la

terça-feira, 21 de maio de 2013

Mesmo com pré-candidaturas opostas a Presidente da República, PSB e PT definem aliança para 2014 no RN

 

annaruth - Panorama Politico



Dirigentes do PSB e do PT no Rio Grande do Norte se reuniram ontem e definiram que os dois partidos “caminharão juntos” no pleito de 2014.

“Para o grupo, a oposição precisa já iniciar definição de diretrizes de ações, assim como estabelecer uma agenda de trabalho que mostre à opinião pública a existência de alternativa melhor para administrar o estado a partir das 2015″, diz um dos trechos da nota divulgada pela Assessoria do PSB.

“Foi uma reunião muito boa, porque o PSB estava bem representado com vários integrantes da executiva que colocaram suas opiniões no sentido de convergir com os objetivos do PT”, disse a vice-prefeita de Natal Wilma de Faria. Já a deputada Fátima observa que esses diálogos são importantes para criar uma unidade natural do bloco. “A conversa do PT com o PSB faz parte da nossa tática de conversar com os partidos que apoiam Dilma e no RN são oposição ao Governo do DEM”, destacou a líder petista.


domingo, 19 de maio de 2013

Cid ao 247: "Não tenho nada contra o Eduardo"

 

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Em entrevista ao 247, o governador cearense Cid Gomes, do PSB, nega estar sabotando a candidatura presidencial do presidente nacional da legenda, Eduardo Campos; “Eduardo é meu amigo e eu digo a ele com toda a franqueza que este não é o melhor momento; agora é hora de fortalecer o partido nos estados”; sobre a posição do deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), que defendeu a saída dos insatisfeitos, ele elogiou a coerência do parlamentar, que também defendeu candidatura própria em 2010, mas afirma que está muito bem no PSB e não pretende sair

 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Sambista de olho nas eleições de 2014

  
Dudu Nobre: mais um que quer a política

O sambista Dudu Nobre está em busca de um partido para as eleições do ano que vem. Deve ser candidato a deputado federal ou estadual no Rio de Janeiro.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Meu candidato

  
Patrocinador de Lindbergh

No que depender de padrinho, Lindbergh Farias já pode encomendar os santinhos para 2014. Aloizio Mercadante, provável capitão do núcleo duro da campanha de Dilma Rousseff em 2014, é um dos principais patrocinadores da candidatura de seu amigo Lindbergh.

Aos mais próximos, Mercadante tem aberto o jogo:

- No Rio, a coisa está definida: Lindbergh sairá candidato. Devemos apenas esperar a hora certa e não ficar propalando isso e evitar criar mais problemas com o PMDB antes da hora.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

PT quer Mineiro para o Governo e Fátima Bezerra para o Senado em 2014

“O PT está preparado para indicar os nomes de Mineiro e Fátima, para as eleições majoritárias”, afirmou Heraldo Paiva


Por Júlio Rocha

O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), Eraldo Paiva afirmou que as pretensões do partido são para as eleições majoritárias para o Governo do Estado e Senado Federal, em 2014. “Estamos analisando o cenário político local e junto aos nossos aliados, mas temos bons nomes na legenda para encabeçar as eleições majoritárias”, disse.
 
O nome do deputado estadual Fernando Mineiro é o preferido dos petistas para a candidatura ao Governo enquanto a deputada federal Fátima Bezerra seria candidata a uma das vagas do Senado. “O PT está preparado para indicar os nomes de Mineiro e Fátima, mas ainda vamos iniciar as conversas com a base aliada para apresentar os nossos projetos para as eleições majoritárias”, revelou o presidente estadual do PT.
 
O partido iniciará a rodada de conversas com os aliados na quinta-feira (16) em reunião com o PSB, aliado do governo Dilma. O partido teria a intenção de indicar a atual vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria para uma das vagas da Câmara Federal.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A estrela sobe

  
Na mira das pesquisas

A possibilidade de Alexandre Padilha ser o candidato petista ao governo de São Paulo em 2014 foi ao chão nas últimas semanas.

As pesquisas eleitorais encomendadas pelo PT no mês passado mostram que a avaliação do Ministério da Saúde é ruim — e dificilmente há tempo para recuperação. O PT continua em busca de um candidato, mas as mesmas pesquisas alçam José Eduardo Cardozo a uma posição de destaque.

Cardozo não tem, é verdade, boa pontuação hoje. Mas o recrudescimento da violência em São Paulo aponta para a oportunidade de trabalhar a ideia de um ministro da Justiça para o governo paulista, de acordo com quem analisou os números.

Mesmo que alguns petistas continuem a torcer o nariz para Cardozo — Lula mesmo não é o seu fã número 1 — a solução do PT pode desaguar nele.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Lula busca um candidato em SP e esbarra em Mercadante

Conselheiro da presidente Dilma Rousseff, o ministro da Educação volta a ganhar força na disputa interna do partido. Mas o ex-presidente Lula não topa

Gabriel Castro, de Brasília
Presidente Dilma Rousseff e o Ministro Aloisio Mercadante
Mercadante: proximidade com Dilma para tentar candidatura (Nilton Cardin/Futura Press)

Há uma semana, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, se reuniu com a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em São Paulo. O assunto nada tinha a ver com o sistema educacional do país: o trio discutia a possibilidade de candidatura do ministro ao governo de São Paulo. Seria a terceira vez. Mercadante já perdeu as duas primeiras para tucanos: em 2006 para José Serra e, em 2010, para Geraldo Alckmin. Agora, entretanto, ele volta a aparecer como um nome dentro do PT justamente pela falta de quadros - a rejeição a Marta Suplicy, por exemplo, não encoraja quase ninguém no partido.

O projeto de Mercadante esbarra hoje na resistência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que sonha em repetir o feito das eleições de Dilma Rousseff e Fernando Haddad, apostas que entraram nas disputas sem nunca ter recebido um voto e saíram vitoriosos. Nesse cenário, o favorito de Lula atualmente é o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Discretamente, entretanto, Mercadante já começou a se mobilizar em busca de apoio para a empreitada. Na semana passada, ele falou para integrantes do grupo Lide, que reúne parte da elite empresarial do país. Na semana anterior, discursou no Congresso Paulista de Municípios. O principal trunfo do petista é a confiança da presidente Dilma Rousseff, o que ajuda a explicar sua ascensão após ter a imagem tão desgastada pelo jamais explicado escândalo do dossiê dos aloprados.

Mercadante costuma aconselhar a chefe em questões importantes, ainda que, segundo integrantes do governo, seja especialista em dizer somente aquilo que Dilma quer ouvir. Ele também acompanha Dilma em quase todas as viagens - inclusive na cerimônia de posse do Papa Francisco.

A agenda de Mercadante, aliás, não revela muitos compromissos ligados à educação. São mais frequentes as cerimônias públicas - e os despachos internos, especialmente às sextas-feiras. Na semana passada, por exemplo, a rotina resumiu-se a um almoço com empresários (segunda-feira), uma audiência pública na Câmara e a uma reunião do Fórum Nacional de Educação (quarta). Já a terça-feira, a quinta e a sexta foram dedicadas a "despachos internos". Na mesma semana, um ranking elaborado pelo Fórum Econômico Mundial colocou o Brasil em 116º lugar entre 144 países. Em ciências e matemática, nossos alunos sabem menos do que os etíopes.

Mercadante parece não se incomodar: com estilo bonachão, costuma emplacar sequências de piadas em seus discursos. Depois de um deles, quando empossou novos secretários-executivos do ministério, Mercadante falou ao site de VEJA sobre 2014: "O PT vai definir essa situação em São Paulo até o fim do semestre", disse o petista. E, como se não fosse ele o primeiro a misturar as atividades de ministro com as de pré-candidatura ao governo, o petista disse que sua prioridade é a educação: "O MEC não pode estar envolvido nesse tipo de discussão. Temos que preservar as relações republicanas com os entes federados. O que eu vou fazer agora é trabalhar como ministro da Educação", disse.

Entraves - O site do ministério informa que Mercadante concluiu seu doutorado em economia em 2006; mas a defesa da tese do petista - um elogio desmedido do governo Lula - só foi feita quatro anos depois. Pequenas mentiras no currículo já derrubaram autoridades em países mais sérios. Por aqui, não fazem grande estrago. E esse não é o maior problema de Mercadante: em 2011, VEJA mostrou como ele participou da compra do chamado dossiê dos aloprados, cinco anos antes. Era uma tentativa de atingir o então candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra. A Polícia Federal apreendeu cerca de 1,7 milhão de reais em poder de um grupo de petistas - inclusive Hamilton Lacerda, coordenador de campanha de Mercadante à época. Apesar de a Justiça ter livrado o ministro de punições, ainda restam lacunas que podem voltar à tona durante a campanha, como a pergunta que até hoje não foi respondida: qual a origem do dinheiro usado na compra do dossiê?

Cargo-chave - O governo de São Paulo é o cargo mais relevante que o PT ainda não pôs as mãos. Com a oposição está enfraquecida, Luiz Inácio Lula da Silva não quer perder a oportunidade de destronar os rivais tucanos. Em 2010, por pouco a disputa não chegou ao segundo turno - o que, em um estado onde o PSDB tem hegemonia, foi visto pelo PT como um sinal de força. Na ocasião, Mercadante ficou com 35,2% dos votos válidos. Em 2006, ele obteve 31,6%.

A eleição de Fernando Haddad para a prefeitura paulistana, no ano passado, foi uma vitória importante no projeto de Lula. Mas, para chegar ao Palácio dos Bandeirantes em 2014, o PT vai precisar ir mais longe e romper a resistência do eleitor nos municípios do interior do estado, que resiste ao PT.

Neste cenário, também surgem candidatos fora da polarização PT-PSDB: Gilberto Kassab (PSD) e Gabriel Chalita (PMDB) cogitam entrar na disputa. O PT incentiva: sabe que a pulverização das candidaturas é sempre ruim para quem está no poder. E, em um eventual segundo turno, os tucanos teriam dificuldades de obter novos apoios.

A criação do PSD foi especialmente danosa para o PSDB de Geraldo Alckmin. Apesar do "equilibrismo" de Gilberto Kassab, que pretende se manter ao lado de qualquer governante no poder, a influência do PT e de Dilma Rousseff deve deixar o ex-prefeito da capital mais próximo do candidato petista em um eventual segundo turno. Mas o líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), diz estar otimista: "Eu penso que o eleitor que vota no Kassab e nos candidatos do PSD tende muito mais para o nosso lado do que para o PT", diz ele. Ainda de acordo com o senador, não há razão para ver a disputa de 2014 como uma disputa especialmente difícil para os tucanos: "Todas as vezes o PT se empenhou muito; na última vez, inclusive, o Mercadante fez apelos dramáticos, quase implorou ao eleitor: 'Me dê uma chance'. E não funcionou".

Alckmin não está parado: na semana passada, anunciou um corte de 10% nas tarifas de pedágio - ao lado do crescimento da violência, os valores cobrados nas rodovias devem ser um tema central da campanha em 2014. O tucano também tem usado a ocupação de espaços no governo para se aproximar de partidos como PDT e o PSC. Assim como no plano federal, com as movimentações dos possíveis candidatos, o jogo pelo governo paulista já começou.
Após a publicação da reportagem, a assessoria do ministro enviou nota na qual afirma que Mercadante "foi inocentado pelo rigoroso procurador da República Antonio Fernando de Souza e pelos onze ministros do Supremo, por unanimidade". A nota diz ainda que, "recentemente, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, voltou a arquivar a representação apresentada pelos partidos de oposição, reafirmando de forma taxativa que não há qualquer indício de participação do ministro Mercadante no episódio".

terça-feira, 9 de abril de 2013

Eduardo Campos: “Minha candidatura é irreversível”

 
Eduardo Campos: montando a candidatura presidencial

Em um encontro de cerca de três horas no Windsor Barra, no Rio de Janeiro, no sábado, Eduardo Campos garantiu a Silas Malafaia o que ainda não afirmou em público:

- Minha candidatura é irreversível. Não volto atrás.

domingo, 10 de março de 2013

Campos avança sobre Aécio e lança ofensiva em Minas

 

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Presidenciável do PSB aproveita indecisão do PSDB para avançar como nome da oposição em 2014; "Converso com todo mundo, da direita à esquerda", diz Campos; ele quer Marcio Lacerda, prefeito de Belo Horizonte, candidato a governador de Minas em 2014; te cuida, Aécio!

sábado, 2 de março de 2013

O candidato

 
Padilha: o ministro da Saúde é o candidato de Lula

Aloizio Mercadante pode ter as pretensões que quiser — todas legítimas, aliás— mas aos mais próximos Lula já não esconde os planos A e B para a sucessão de Geraldo Alckmin. O petista preferido por Lula é Alexandre Padilha. Esse é o nome.

Mas em alguns momentos, Lula chega a falar na possibilidade de Guido Mantega candidatar-se.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Eleição de 2014 assume feitio da disputa de 1989

 

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Naquele ano houve 22 concorrentes, mas apenas dez competitivos; agora, com a chegada de Fernando Gabeira, do PV, os postulantes com chances reais de ida para o segundo turno já são sete, mas ainda cabe gente nessa nave; além disso, próxima disputa, a exemplo da primeira após a redemocratização, poderá ter a presença do ex-presidente Fernando Collor, como antecipou 247; cada qual procurando marcar posição para alcançar o segundo turno; isso é bom para a favorita Dilma?