Após conversa com o ex-presidente Lula nessa semana, em Salvador, presidente decide que não irá mexer no comando dos ministérios sob pressão, e nem cortar o número de pastas, como sugere a oposição e até o aliado PMDB; ao cacique petista, ela pediu ajuda para conter o racha entre petistas e peemedebistas.
¶ 247 – Depois de uma longa conversa a portas fechadas com o ex-presidente Lula, na última quarta-feira, em Salvador, a presidente Dilma Rousseff decidiu que não irá mexer em sua equipe sob pressão. O governo tem recebido diversas críticas da oposição e até do aliado PMDB tanto para cortar o número de ministérios (hoje são 39) como para mexer no comando de alguns deles. Algumas das principais apostas para deixar o governo são o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti.
Na conversa com Lula, ocorrida antes do evento em comemoração pelos dez anos do PT no governo, Dilma também pediu ajuda a respeito do racha entre petistas e peemedebistas. Dilma também pediu a Lula ajuda para "enquadrar" o PT, conforme noticia reportagem do O Estado de S.Paulo nesta sexta-feira, pois os parlamentares do partido não estariam, em sua avaliação, contribuindo para defender o governo e suas recentes propostas, a exemplo do plebiscito para a realização da reforma política.
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